terça-feira, 20 de julho de 2010

Direito de morte digna

20/07/2010 - 05h17

Britânico paralítico busca na Justiça direito de morrer

Um britânico que não consegue falar e ficou paralisado do pescoço para baixo depois de sofrer um derrame está lutando na Justiça pelo direito de morrer.

Tony Nicklinson, de 56 anos, deu entrada em um processo legal, pedindo ao diretor da promotoria pública que esclareça a lei sobre a chamada morte digna, quando um homicídio é cometido por motivos de compaixão, a pedido da vítima.

Nicklinson, de Chippenham, Wiltshire, quer que sua mulher seja autorizada a ajudá-lo a morrer sem o risco de ser processada por assassinato. Ele se comunica piscando, ou apontando para letras em um quadro, com a cabeça.

Seus advogados afirmam que ele está "de saco cheio da vida" e não deseja passar os próximos 20 anos nas mesmas condições.

Segundo sua equipe de advogados, sua única forma legal de alcançar a morte é por inanição - recusando comida e bebida. Sua mulher, Jane, disse que está preparada para ministrar uma dose letal de remédios, mas isso a deixaria vulnerável a um processo por assassinato.

Os advogados da família entraram com um pedido legal para que a promotoria esclareça se vai processar Jane, caso ela ajude o marido a morrer.

Caso a resposta confirme o processo, os advogados deverão argumentar que a lei atual viola o direito à privacidade de Tony Nicklinson, segundo o artigo 8º da Convenção Européia de Direitos Humanos.

Energia: Jane Nicklinson afirma que o marido era cheio de energia antes de sofrer o derrame em 2005. Ela diz que ele pensou longamente e chegou à conclusão de que deseja morrer.

"Ele quer poder acabar com a própria vida no momento em que decidir", disse ela à BBC.

"Ele quer apenas os mesmos direitos que qualquer um. Eu ou você podemos cometer suicídio, ele não. Esse direito foi retirado dele no dia em que ele sofreu o derrame." Em um depoimento de testemunha, Nicklinson declarou: "Sou um homem de 56 anos de idade que sofreu um derrame catastrófico em junho de 2005, durante uma viagem de negócios a Atenas, Grécia".


"Fiquei paralisado do pescoço para baixo, sem poder falar. Preciso de ajuda em quase todos os aspectos da minha vida." "Não posso me coçar. Não posso assoar o nariz se ele estiver entupido e só posso comer quando me alimentam como a um bebê. Mas, ao contrário de um bebê, eu não vou evoluir." "Não me resta privacidade ou dignidade. Sou lavado, vestido e colocado na cama por enfermeiros que são, apesar de tudo, estranhos." "Estou de saco cheio da minha vida e não quero passar os próximos 20 anos, ou o que seja, assim. Sou grato pelos médicos que salvaram minha vida em Atenas? Não, não sou." "Se pudesse voltar no tempo, e soubesse o que sei agora, não teria chamado a ambulância e teria deixado que a natureza seguisse seu curso."

Orientação: Em fevereiro passado, a promotoria pública divulgou orientações sobre suicídio assistido na Inglaterra, País de Gales e Irlanda do Norte.

Enquanto ajudar um suicida permanece sendo crime, a orientação estabelece fatores atenuantes, como circunstâncias em que a vítima expressou claramente sua intenção de morrer e em que os que a ajudaram foram movidos somente por compaixão.

Mas a orientação não se estende à morte digna ou à eutanásia. Mesmo se a morte fosse consentida, levaria a acusações de assassinato culposo ou doloso na Inglaterra, Irlanda do Norte e País de Gales, e a acusações de homicídio na Escócia.

Casos como esses acabam sendo decididos por um júri. Em janeiro, a britânica Kay Gilderdale foi inocentada da acusação de tentativa de assassinato depois de admitir ter ajudado a filha deficiente a morrer. Naquele caso, a filha, Lynn, havia tentado suicídio.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Qualidade de morte

Brasil é antepenúltimo em ranking de qualidade da morte

14 de julho de 2010 • 07h50 • atualizado às 08h55

O Brasil ficou em antepenúltimo em um ranking de qualidade da morte divulgado pela consultoria Economist Intelligence Unit na Grã-Bretanha.

Entre os 40 países analisados na pesquisa, o Brasil ficou na 38ª posição. Os outros países que formam os Bric, Índia (40ª), China (37ª) e Rússia (35ª), também ficaram atrás no ranking.

A Grã-Bretanha ficou em primeiro lugar, seguida da Austrália e Nova Zelândia. Segundo o documento, A Grã-Bretanha "é líder global em termos de rede hospitalar e provisão de cuidados a pessoas no fim da vida".

Outros países desenvolvidos, no entanto, tiveram desempenhos ruins no ranking, como Dinamarca (22ª), Itália (24ª) e Finlândia (28ª).

"Muita gente, mesmo em países que têm sistemas de saúde excelentes, sofrem com mortes de baixa qualidade, mesmo quando a morte vem naturalmente", disse a pesquisa.

Em muitos casos, segundo a Economist Intelligence Unit, isso ocorre porque a qualidade e a disponibilidade do tratamento paliativo antes da morte são baixas, e há deficiências na coordenação entre diferentes órgãos e departamentos para políticas sobre como lidar com a morte.

A pesquisa analisou indicadores quantitativos - como taxas de expectativa de vida e de porcentagem do PIB gasta em saúde - e qualitativos - baseados na avaliação individual de cada país em quesitos como conscientização pública sobre serviços e tratamentos disponíveis a pessoas no fim de suas vidas e disponibilidade de remédios e de paliativos.

De acordo com a Aliança Mundial de Cuidado Paliativo, mais de 100 milhões de pacientes e familiares precisam de acesso a tratamentos paliativos anualmente, mas apenas 8% os recebem.

Soluções
A pesquisa, encomendada pela Fundação Lien, uma organização não-governamental de Cingapura, aponta sugestões práticas que podem melhorar a qualidade da morte, como melhorar a disponibilização de medicamentos analgésicos.

"O controle da dor é o ponto de partida de todo o tratamento paliativo e a disponibilidade de opiáceos (morfina e equivalentes) é fundamental para o cuidado no fim da vida", diz o relatório.

"Mas, no mundo, estima-se que cinco bilhões de pessoas não tenham acesso a opiáceos, principalmente por causa de preocupações sobre uso ilícito de drogas e tráfico."

A organização disse também que combater as percepções sobre a morte e os tabus culturais é crucial para melhorar o cuidado paliativo.

"Em sociedades ocidentais, procedimentos curativos são frequentemente priorizados em detrimento do cuidado paliativo. Nos Estados Unidos, discussões sobre os cuidados no fim da vida muitas vezes inflamam o sentimento religioso que considera a manutenção da vida como um objetivo supremo. A questão é complicada ainda mais pela percepção de que 'cuidado hospitalar' acaba sendo associado a 'desistir de viver'".

Segundo a pesquisa, no entanto, um aumento na disponibilidade de tratamento paliativo - principalmente realizado em casa ou pela comunidade - reduz gastos em saúde associados à internação em hospitais e tratamentos de emergência.

veja a notícia original: http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4564906-EI306,00-Brasil+e+antepenultimo+em+ranking+de+qualidade+da+morte.html

sábado, 1 de maio de 2010

Garota canadense narra em blog "o fim da vida"

Na foto, uma garota frágil com o cabelo amassado, uma menina que já foi rainha de concurso de beleza, mostra um sorriso fraco para a câmera. "Olá mundo", diz Eva Markvoort no vídeo. "Para o meu blog, aos meus amigos, a todos. Tenho uma notícia. É meio difícil de ouvir, mas eu posso contar com um sorriso". Em uma cama de hospital, Eva aparecia sentada, cercada por sua família. "Minha vida está acabando".

Eva Markvoort tinha fibrose cística, uma doença incurável que provoca o acúmulo de muco nos pulmões. Ela narrou em um blog ("65_RedRoses") a vida de uma pessoa com uma doença terminal, entre fotos engraçadas com os amigos e com a família.

Eva chegou a receber um transplante em 2007 - há um documentário, também chamado "65 Red Roses", exibido internacionalmente, que fala de sua história, da doença e do transplante - mas menos de dois anos depois seu corpo começou a rejeitar o órgão. Após o documentário - que também foi premiado - ser veiculado, o número de doadores de órgãos aumentou consideravelmente, de acordo com artigo no jornal Vancouver Sun.

E até o fim ela lutou para informar as pessoas sobre a doença e a importância da doação de órgãos. Recebeu inclusive prêmios, entre eles o Summerhayes Award 2010, da Fundação Canadense para a Fibrose Cística no Canadá.

Eva Markvoort começou seu blog em 2006. Sozinha no quarto - os portadores de fibrose cística ficavam isolados por causa da infecção - ela começou a conversar online com outros pacientes. Quando estava muito frágil, ela ditava para que algum amigo ou familiar escrevesse. "A atividade online, o retorno que ela recebia, tudo tornou-se um foco muito importante para ela", disse sua mãe Janet Brine.

link: http://65redroses.livejournal.com/

Morte e a era da internet
Médicos especialistas que trabalham com doentes terminais dizem que compartilhar os últimos pensamentos é uma forma de reconhecer que o fim está próximo, mas também desmistifica a morte para os outros. E na era da internet, muitas pessoas aproveitam as redes sociais para refletir online sobre suas vidas.

"O que estamos vendo nesta última década é uma mudança de cultura, que fala abertamente sobre a morte", disse o Dr. Chris Feudtner, diretor de pesquisa do Serviço de Cuidados Paliativos do Hospital Infantil da Filadélfia, na Pensilvânia, em reportagem no site da CNN.

"A linha de pensamento é 'Eu ainda estou vivo. Não quero ficar fechado. Quero poder dividir o que estou aprendendo nesta jornada'", afirmou.

Outro médico, David Cassarett, diz que "muitos destes blogs contam o dia a dia das pessoas e são bem honestos, sem mascarar as dificuldades e medos". Trazem desespero, "trazem o que precisamos ouvir", ele diz, mas também falam de esperança.

sábado, 24 de abril de 2010

Veja - Ajuda para morrer

a edição 2162 de 28 de abril de 2010 da revista Veja trouxe em sua capa o tema principal deste blog até o momento. Portanto citarei aqui alguns dos escritos que julguei mais relevantes na discussão e, dentre estes, dei especial atenção ao comentário intitulado "A última chance" pela sua praticidade, atualidade e autoria uma vez que se trata de uma geriatra falando daquilo com que tanto convive.



"O que fazer quando a manutenção dos sistemas vitais se torna apenas o insuportável prolongamento do processo de morte? Em um quadro clínico irreversível, grave e incurável, a quem cabe a decisão de que é chegado o momento de deixar a doença seguir seu próprio curso? A quem cabe o direito de ir até o fim e esgotar todos os recursos médicos disponíveis? Ao médico? Ao paciente? À família do doente? Ao hospital?"

Hoje é considerado paciente terminal o portador de uma doença grave, incurável e que não responde mais a nenhum tratamento.

"Não tinha a menor dúvida do que estava fazendo: respeitei a autonomia de um paciente em plenas condições mentais de discernimento, mas que estava em estado terminal e era acometido por sintomas horrorosos, contra os quais nada poderia ser feito." (Artur Timermam, infectologista. No atestado de óbito, a causa da morte foi registrada como parada cardiorrespiratória.)

Ortotanásia. Do grego orthos, correto, e thanatos, morte, o procedimento consiste na suspensão dos tratamentos agressivos e inúteis entre as vítimas de doenças incuráveis e irreversíveis.

Atualmente, nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, um documento conhecido como living will tem força de lei. Nele, a pessoa determina o tipo de tratamento que quer receber em caso de doença terminal. No Brasil, um documento assim não tem amparo legal. Mas acordos desse tipo vêm sendo firmados entre os médicos e seus pacientes.
"Living will" (testamento em vida): o documento é o registro expresso da vontade do paciente de ter ou não a vida mantida artificialmente em casos de doença terminal. O testamento em vida, feito na presença de duas testemunhas, tem poder de lei.

O novo Código de Ética Médica, que entrou em vigor em meados de abril, confere ao doente mais poder de decisão sobre o seu tratamento, conforme os artigos 24, 31, 34 e 41. (vide CEM no fim desta página)

A última chance
"Os últimos momentos da vida são plenos de sentido. Representam a última chance para restabelecer relações, perdoar e realizar desejos pendentes. Por isso, temos de vivê-los plenamente, com dignidade. O papel do médico é fundamental. Nós temos a obrigação de conversar abertamente com o paciente sobre o fim da vida, e isso tem de ser feito enquanto ele está bem de saúde, capaz de tomar decisões importantes."
Ana Claudia Arantes, geriatra

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Pós-cirúrgico imediato.


- Sr. Sebastião?... Sr. Sebastião?? O senhor está me ouvindo sr. Sebastião?... Está tudo bem? Olha, a cirurgia já terminou...o senhor está sentido alguma dor? Sr. Sebastião, dói algum lugar? Não? Que bom...Deu tudo certo viu, sr. Sebastião...
- Eeu tso farbalassu...ssucefrug...ssuce??
- Que que foi, sr. Sebastião???
- A perminha...
- É, é sim sr. Sebastião! É isso mesmo...fica calmo que daqui a pouco a gente vai levar o senhor pra enfermaria...Tá sentindo alguma dor???
- Dor nenhunda...nadinad...nada de dor...
- Que bom sr. Sebastião!!! Ó, o senhor tá de parabéns viu?! Foi tudo tranquilo!!! Nós tiramos todo o tumor com margem de segurança!
- Foi sucess...sucesso né?! Eu...eu to acordando...tá ruim pra...pra falaquetádifícil...
- É mas logo logo o senhor vai estar falando tudo direitinho, viu? Olha, segura essa seringa aqui e não mexe o braço tá? Não estica o braço e não tira essa agulha...fica segurando com a outra mão. Isso, não solta...
- Nossa...eu tava na lua...deu tudo certo?? Foi um sucesso né?!
- Opa, sr. Sebastião!!! Foi um sucesso!!! O sr. está de parabéns!!!
- To de parabéns...Sucesso total. Deixa eu ver aqui...é...minha perna num tá mais aqui não...
- Tchau sr. Sebastião! Boa recuperação pro senhor lá em cima.
- Obrigado doutor...

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Aos vestibulandos...


I'm really worried that maybe I shouldn't be a doctor. What should I do?

Response from Daniel J. Egan, MD
Associate Attending Physician, Department of Emergency Medicine, St. Luke's-Roosevelt Hospital Center, New York, NY

Don't panic. Although that may be your first instinct after investing years of planning to become a doctor, you should not despair. In fact, despite what you are feeling, there is a good chance that you may still want to be a doctor but need to do some exploring and self-reflection.

Surprisingly, you may not even have a good grasp of what it means to be a doctor. Depending on where you are in your education, you may have observed various doctors in the hospital. The reality, though, is that for most medical specialties, life in the hospital does not truly reflect what day-to-day life will be like later in your career.

My first piece of advice is to gather your thoughts and try to pinpoint what it is that you are feeling. Given the rigorous academic course you pursued to get into medical school, it is unlikely that you have a sudden distaste for the sciences. It could be the overwhelming amount of information that you are expected to retain. It could be the feeling that you have no life beyond medicine. It could be the sense that you have lost touch with reality and the rest of the world. But those are normal feelings, and you should not think that you are alone if you are experiencing them.

However, if you worry that the career may not be right for you, it is time to start addressing those concerns. Medical school is a huge financial investment. Add the residency years to that and you are also talking about a substantial time commitment.

I recommend thinking back to what it was that drew you to medicine in the first place. Was it your pediatrician? Was it a mentor you encountered while doing research? Was it a personal illness or that of a family member? Take time to reflect on what brought you this far. Remove yourself from the constant studying and memorizing -- or if you are in your clinical years, the sleepless on-call nights -- and try to remember your earlier inspiration. You may even want to renew contact with someone who positively influenced you.

In addition, I advise you to speak with your student affairs dean and to try to arrange some different medical experiences. After spending an afternoon in a community physician's office, away from the day-to-day grind, you may feel reinvigorated by the vision of yourself in that role.

If, after taking these steps, you still have doubts about practicing medicine, you do have options. All schools have mechanisms in place to deal with students who are struggling with your exact scenario. Schedule a meeting with your dean. You may want to take a leave of absence to explore other career possibilities or just to get away from the med school environment for a while. Criteria for such arrangements usually are strict, and the decision should not be taken lightly. Remember that any break in your education will follow you on your paper trail (eg, on residency applications and in letters from the dean). Ultimately, you need to do what is right for you.

I hope this helps. As I frequently say, it also helps to talk with students in classes ahead of you. Believe it or not, you are not the first one to have these thoughts, and another student may be able to recommend a peer who can provide some good counsel. Keep your head up, take it one day at a time, and believe that things will work out! Good luck!

Published: 09/11/2009

terça-feira, 20 de abril de 2010

Sobre a morte e o morrer

Elizabeth K. Ross descreveu 5 fases pelas quais passam os doentes terminais:

Negação: é uma reação de fuga que objetiva aliviar o impacto da notícia procurando manter uma estabilidade do equilíbrio à exemplo de como a pessoa era antes da moléstia.

Raiva: a pessoa começa a compreender seu diagnóstico e seu prognóstico, assombroso, mas não aceita a fatalidade do fenômeno e passar a tentar procurar estabelecer as causas e consequências, culpados e vítimas.

Negociação: é uma tentativa de estabelecer um prazo mais aceitável para sua morte entregando-se, quase sempre, às relações espirituais com o mundo de acordo com a sua cultura como forma de subsidiar sua esperança.

Depressão: a pessoa depara-se com a realidade dos fatos e enfrenta a desesperança. Passa a se preparar para o fim iminente revisando toda sua existência de forma silenciosa e dolorosa.

Aceitação: o doente aceita as consequências sem se magoar mais na esperança não correspondida. Entende o fim como momento de paz e, com tranquilidade, começa a se despedir de sua vida.

Kubler-Ross,E. Sobre a morte e o morrer.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Psicopatologia!


“Um fenômemo é sempre biológico em suas raízes
e social em sua extensão final.
Mas nós não nos devemos esquecer também
de que, entre esses dois, ele é mental.”

Jean Piaget


Consulta médica de um doente terminal:

queixa: disfunção de múltiplos órgãos
conduta: transplante, transfusão, ressucitação cárdio-pulmonar, Polymerase Chain Reaction, adrenalina endovenosa, ressonância magnética, eletroneuromiografia, anastomose látero-lateral, biópsia, quimioterapia, toracotomia, sondagem, imobilização, laparotomia exploradora, eletroconvulsoterapia, A-vias aéreas pérvias e estabilização de coluna cervical B-ventilação e respiração C-controle de hemorragia e reposição volêmica D-glasgow E-hipotermia e avaliação geral, Western Blotting, chuleio ancorado com nó de sapateiro, PETCT SCAN MULTISLICING 3D, Imatinib, intubação orotraqueal, radioterapia, enxerto, alcoolização, cauterização, analgesia, coma induzido...

queixa: questionamento sobre a signifação da vida e da morte
conduta: encaminhar para um psicólogo...

quixa: comoção social e tristeza familiar
conduta: encaminhar para a assistente social???